O mais longo problema da vida é que as pessoas se esquecem do quanto ela é curta. A brevidade da vida é tão evidente que chega a ser banal. E as pessoas tomam atitudes como se fossem durar para sempre. Não é a vida que é difícil, não é a vida que é dura, não são as divindades culpadas pelas pequenas tragédias cotidianas. Você é responsável pelo que te acontece. Tudo bem, tem coisas que realmente não dá para prever. Agora culpar o universo, Deus, ou quem quer que seja, por suas escolhas erradas, acredite: não melhora nada.
O que se pode fazer é olhar sempre para frente, acreditar que dá para ser melhor. Que dá para escolher melhor. Que a vida tem jeito. E é breve. Tão breve que, pode ser que no momento seguinte, ela não exista mais. Você pode programar a sua semana, sua vida, sua aposentadoria, mas não pode prever quando tudo isso vai acabar. E como tudo isso vai acabar. O que se tem hoje é a benção do momento presente. E não sabemos se isso é garantia de alguma coisa. Se o que se faz hoje, vai render bons frutos no futuro. Mas o que dá para prever é que quanto mais passos você der para frente, objetivando algo melhor, algo maior, as chances de se perder pelo caminho são remotas.
Você escolhe aonde quer chegar. Porque você define a sua estrada, à sua maneira, no seu ritmo, da sua forma. O privilégio de ter uma vida e de poder escolher o que fazer com ela é unicamente seu. E a responsabilidade, também. Por isso, dê o melhor que puder, seja lá o que estiver fazendo. Talvez as coisas não saiam como o esperado. Talvez você trilhe um caminho que nunca imaginou. Mas lembre-se o quanto a vida é breve. Que hoje pode não ser bom, mas amanhã talvez, quem sabe. Se eu pudesse te dar um conselho ele seria: acredite no bem e principalmente: não perca sua fé na humanidade. E, claro, desfrute do momento presente, da melhor forma que conseguir. Vale mais a pena do que você imagina.
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